
Abriu a porta, entrou em casa como se passasse pelos portões do éden, jogou a bolsa na cadeira e ficou um tempo olhando pro sofá. Aspirou devagar aquele cheiro. Súbito percebeu que o sentira o dia todo. Caiu na risada!
Era simples: a noite, o som da respiração, o azul da íris, a suavidade da mão, a brandura. Nada na vida fazia tanto sentido quanto ser feliz. Nem deu tempo de voltar a si. Ele parou na frente dela perguntando por que ela estava rindo. Mas antes mesmo que pudesse responder, ele a beijou. Ela tremeu. Nunca havia sido beijada. Pelo menos não de verdade, até o momento em que o conhecera. Como era diferente o gosto de uma boca na boca de alguém que a gente ama. Não queria dizer nada. Nenhuma palavra cabia naquele espaço, eterno e infinito.
genteee que romanticoooo!!!
ResponderExcluirgostei do novo visu e por ter mantido alguns textos... esse especialmente. nem preciso falar pq né.. srsrs
ResponderExcluirte seguindo, sempre.
bjo
Brigadim meu Conde, kkkkk
ResponderExcluirBeijo