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sábado, 26 de março de 2011

Encontros...( que nos controem)


Abriu a porta, entrou em casa como se passasse pelos portões do éden, jogou a bolsa na cadeira e ficou um tempo olhando pro sofá. Aspirou devagar aquele cheiro. Súbito percebeu que o sentira o dia todo. Caiu na risada!

Era simples: a noite, o som da respiração, o azul da íris, a suavidade da mão, a brandura. Nada na vida fazia tanto sentido quanto ser feliz. Nem deu tempo de voltar a si. Ele parou na frente dela perguntando por que ela estava rindo. Mas antes mesmo que pudesse responder, ele a beijou. Ela tremeu. Nunca havia sido beijada. Pelo menos não de verdade, até o momento em que o conhecera. Como era diferente o gosto de uma boca na boca de alguém que a gente ama. Não queria dizer nada. Nenhuma palavra cabia naquele espaço, eterno e infinito.

3 comentários:

  1. genteee que romanticoooo!!!

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  2. gostei do novo visu e por ter mantido alguns textos... esse especialmente. nem preciso falar pq né.. srsrs
    te seguindo, sempre.
    bjo

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